Mostrando postagens com marcador solar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador solar. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Energia – Aquecedor solar artesanal


Há algum tempo, recebemos do nosso amigo Antônio Corrêa Carlos Filho, um material muito interessante sobre a construção de um aquecedor solar de água de baixo custo, elaborado basicamente com garrafas pet. Já existem vários projetos à disposição dos interessados em construir um desses. Após analisar vários destes projetos, Antônio resolveu construir alguns modelos para testes e com os resultados obtidos, fez algumas inovações que melhora o desempenho do equipamento. Elaborou um manual e resolveu divulgar gratuitamente a tecnologia. Segundo ele, a vantagem em construir um aquecedor solar artesanal é o fato de ser ecológico tanto por economizar energia, quanto por aproveitar materiais reciclados. Além de custo baixo, tem a possibilidade de construção modular e utilizar mão de obra familiar em mutirão.

A construção pode ser feita com uma configuração inicial bem básica, adequando aos poucos conforme necessidades, disponibilidade de recursos, experiência e a criatividade de cada um. Embora não se saiba exatamente a durabilidade, (estima-se em 10 anos) de imediato os resultados são idênticos a um equipamento industrializado: água quente, conforto e muita economia na conta de energia.

Segundo Antônio, seu projeto tem dicas muito importantes para quem deseja poupar ainda mais energia, até mesmo para quem usa aquecedores convencionais, sendo mais eficiente por coletar muito mais calor num espaço menor. Isto se dá pelo fato do uso de latas e outras chapas de embalagens dispostas tanto dentro quanto sob as garrafas pet, o que ajuda a captar calor e transmitir via condução, ou seja, além do calor formado dentro das garrafas tem também o calor formado ao lado das garrafas por esta chapa em forma de esteira que fica abaixo das mesmas. Segundo ele, as placas confeccionadas de embalagens tetrapak propostas na maior parte dos projetos artesanais, são menos eficientes que as chapas metálicas, pelo simples fato destas reterem e absorverem muito mais calor, melhorando a dissipação, atingindo a água dentro dos canos.

Para solicitar a apostila em pdf com todas as dicas, basta entrar em contato com o Antônio pelo e.mail: carlosfac@ibest.com.br.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Energia alternativa - A maior usina solar do mundo é portuguesa e vai produzir 93 GWh


Da alvorada ao poente, 2.520 placas solares, com 104 painéis fotovoltaicos cada um, se alimentam do sol que irradia a vila alentejana de Amareleja, sul de Portugal, para produzir energia limpa através da maior usina solar do mundo.

Com capacidade total instalada de 46,41 MW, a Central Solar Fotovoltaica de Amareleja, propriedade da empresa espanhola Acciona, líder mundial de energias renováveis, "salpica" de azul 250 hectares perto da "terra mais quente de Portugal", devido aos recordes de temperatura máxima durante o verão.

A qualidade e a quantidade da radiação solar na região, aliadas à disponibilidade de terras adequadas, levaram a Acciona a investir 261 milhões de euros num projeto idealizado a seis anos pelo "sonho renovável" do prefeito de Moura, José Maria Pós-de-mina.

Em funcionamento pleno há quase quatro meses, a central vai produzir, durante os próximos 25 anos, 93 GWh de energia por ano, afirmou Francisco Aleixo, diretor-geral da Amper Central Solar, empresa que instalou e gere a usina.

A produção é suficiente para abastecer 35 mil habitações e poupar cerca de 90 mil toneladas de emissões de gases com efeito de estufa. A central, que durante a fase de instalação empregou temporariamente 220 trabalhadores, vai criar cerca de 15 postos de trabalho permanentes, a maioria nos serviços de manutenção.

O projeto engloba ainda uma fábrica de produção de painéis fotovoltaicos, também propriedade da Acciona a funcionar em Moura, e que deverá criar entre 100 e 110 empregos diretos. Por outro lado, a Acciona, quando adquiriu a Amper, criada pela prefeitura de Moura para construir e gerir a central, disponibilizou dois fundos para o município. Um deles, no valor de três milhões de euros, será para iniciar do Tecnopólo de Moura, que será focado na pesquisa e criação de empresas do setor das energias renováveis, e o outro, de 500 mil euros, destina-se à construção de infraestruturas sociais na cidade.

A usina tem também um caráter didático e é uma mostra do potencial da tecnologia fotovoltaica, que, apesar de ainda não estar completamente madura, já está muito evoluída. A tecnologia pode ser usada para produzir energia através de grandes e de mini usinas e de microgeração, um novo regime que permite aos consumidores produzirem eletricidade a partir das suas casas ou edifícios por meio de sistemas tecnológicos de energias renováveis. Além da central de Amareleja, no distrito de Beja, que tem a maior potência fotovoltaica licenciada em Portugal, existem outras sete usinas, três no concelho de Ferreira do Alentejo, duas no de Mértola, uma no de Serpa e outra no de Almodôvar.

E aqui eles ainda insistem em investir em energia nuclear.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Tecnologia verde – Barraca solar


Na próxima vez que for acampar, pense em praticar um camping cada vez mais ecológico com o conforto da luz artificial que você está acostumado em sua casa. A barraca solar da Eureka vem com um com um LED-painel solar que com 8 horas de exposição ao sol, garante 8 horas de iluminação, sem necessidade de baterias.

O LED-painel solar utiliza o mesmo durável, leve e flexível painel solar usado em tendas militares, é à prova de umidade, tem configurações de brilho ajustáveis e também pode funcionar como carregador de bateria AA. À noite, com um interruptor você liga e desliga a lâmpada.

domingo, 29 de março de 2009

Tecnologia verde – Planador Solar


Desenvolvido pelo comandante de aeronaves Eric Raymond, o planador solar Sunseeker II voará a Europa após a sua apresentação na E-VOO EXPO, entre 2 e 5 de abril próximo. A turnê será a maior viagem para o Sunseeker desde 1990, quando o seu antecessor, Sunseeker I, cruzou os Estados Unidos em 21 vôos, com 121 horas no ar.

O sonho de voar utilizando energia solar de Eric Raymond começou em 1979, quando Larry Mauro lhe mostrou seu ultraleve a energia solar, denominado Solar Riser. A estréia em 1981 de Paul Mac Cready com o seu Solar Challenger, acrescentou credibilidade ao conceito. Em 1986, Eric encontrou Gunther Rochelt na Alemanha, quando foi apresentado à família de aeronaves a pedal e energia solar. Um convite para voar nas corridas MPA de Gunther com o Musculair II, foi um momento crucial em sua carreira.

A revelação de que aeronaves racionalizadas poderiam ser construídas a preço e peso incrivelmente baixos, se os materiais e engenharia corretos fossem empregados, foi o impulso necessário que levou à construção do Sunseeker.

Eric fundou a Solar Flight e iniciou a construção de seu projeto em 1986. O progresso foi lento até 1988, até que encontrou apoio no Japão. Com a ajuda da Sanyo e diversas outras corporações, o Sunseeker foi ao vôo teste final em 1989, como um planador.

No início de 1990 vários vôos motorizados foram realizados em altitudes variáveis que permitissem a aeronave planar. O motor e o mecanismo de propulsão não foram satisfatórios, por isso a proposta de dobrar o sistema foi implementada.
Depois de longos vôos teste, uma série de vôos foi iniciada por todo o país. Durante agosto de 1990, o Sunseeker cruzou o país em 21 vôos, com 121 horas no ar.

Após a façanha, uma longa série de alterações e aperfeiçoamentos transformaram quase que completamente o avião.

O desenvolvimento do conceito de uma aeronave híbrida, que precisaria de baterias para decolar e subir, mas depois poderia manter o nível de vôo com o auxílio da energia solar, podendo atuar também como planador com propulsão ativada à distância, tomou vulto.

Em 2002 uma nova asa foi construída aumentando a superfície para as células solares, e uma nova tecnologia foi empregada para integrar à estrutura da asa a última geração de células solares, substituindo a simples colagem na superfície. O novo Sunseeker II foi construído para um melhor desempenho, incluindo além das alterações nas asas, um aumento na superfície de células solares, motores mais potentes e novas baterias de lítio-polímero. Com uma bateria pequena totalmente carregada, o tempo de vôo era de 90 minutos aproximadamente. Com o atual sistema de baterias, células solares e eletrônicos instalados em 2005, o Sunseeker II nunca foi forçado a aterrar antes do tempo.

A nova aeronave possui um único hélice, o que reduz consideravelmente as vibrações. Em 2006, foi construído um novo motor para o avião que é duas vezes mais poderoso que o do Sunseeker I. Também foi instalada uma nova e melhor cauda e um novo conjunto de controle eletrônico concebido para as baterias e painéis solares, que aumentou muito a eficiência do sistema. Como um toque final, a nova aeronave foi equipada com quatro avançadas baterias de lítio polímero abrigadas nas asas.

A hora mágica começa quando é alcançada a à base de uma nuvem. Com as baterias completamente carregadas, ou quase isso, o motor é ligado e a subida entre as nuvens inicia-se. Uma vez em cima, o piloto pode voar como uma borboleta, usando a energia solar com o sol claro e direto em brilhantes condições sobre as nuvens.

Sob a energia solar direta, o Sunseeker II é basicamente um avião viajando a uma velocidade constante de 18 m/s (40 mph). Quando as condições permitem e utilizando-se as baterias, velocidades mais rápidas são alcançadas, podendo-se chegar a 36 m/s (80 mph).


Quando finalmente os motores são desligados, a descida planando leva horas e aí os freios aéreos normalmente são necessários para descer antes do anoitecer. O Sunseeker II voa lentamente, o suficiente para manter o conforto e a estabilidade em céu aberto. Além disso, as aves não têm medo e chegam muito perto, equiparando-se à velocidade do planador, quase pousando na aeronave. Tudo isso com o poder do sol.

A nova expedição abrangerá 8 países, Alemanha, Suíça, Áustria, Hungria, Eslovênia, Itália, França e Espanha, mas ainda não tem datas e destinos turísticos definidos. Porém, a Solar Flight adianta que a primeira etapa será de Freidrichshafen, na Alemanha, a Sicília, na Itália, em seguida voltando para a Suíça. A partir daí, o Sunseeker planará ao longo dos alpes suíços, sobre as Dolomitas austríacas, cruzando a Eslovênia. Da Eslovênia, voará para o ocidente, atravessando a Itália novamente e, em seguida, voando pelo sul da França até a Espanha.

Atualmente, o Sunseeker II tem registrado mais tempo no ar do que todos os outros aviões solares tripulados juntos, e continua provando a eficiência da energia solar em aeronaves, inspirando o mundo a pensar seriamente sobre o belo futuro que podemos ter se dermos passos ousados hoje.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Tecnologia verde – Gravata solar


A moda ecológica está incentivando o surgimento de novos produtos a cada dia. A integração de células solares em vestuários, sacolas e maletas já fazem parte do dia-a-dia dos desenvolvedores da moda ecológica. Agora é a vez da gravata solar. Uma equipe da Universidade Estadual da Carolina do Norte descobriu como fazer uso da impressão digital têxtil para incorporar componentes em um desenho que corresponde ao padrão do componente, no caso as células de captação da energia solar. Os tecidos com impressão digital começam a ser utilizados largamente na confecção de painéis solares a serem aplicados a diversos tipos de vestimenta e acessórios. A impressão digital têxtil é um método para ocultar ou melhorar o visual do produto. Com a nova tecnologia, a gravata solar garante a carga diária necessária ao seu telefone celular.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Tecnologia verde – Bolsas, maletas e mochilas solares


Elas foram desenvolvidas para os praticantes de esporte de aventura, estudantes, ladies, yuppies, nerds, dentre outros. Com placas fotovoltaicas embutidas que captam a luz solar e a transformam em energia elétrica, as bolsas, maletas e mochilas solares estão virando moda em todo o mundo. Elas carregam pilhas que transferem energia para eletrônicos como celular, MP3 player, Ipod, GPS, games, câmeras digitais e laptops. Algumas possuem um carregador de pilhas AA para 4 unidades que pode ser usado também independentemente e acompanha adaptador veicular 12V e/ou fonte bivolt, podendo incluir vários tipos de conectores para diversas marcas e modelos de celulares.


A maioria é fabricada em nylon, tecidos reciclados ou couro ecológico. Utilizam a energia limpa e renovável do sol a seu favor e a favor do meio ambiente. Atualmente, existem modelos que, para aproveitar melhor ainda a energia do sol, são capazes de reconhecer qual dos aparelhos mais precisa de carga, e assim desviar a maior parte das operações para o mesmo. Podem ter integração Bluetooth, o que facilita a comunicação sem fio. Possuem um microfone instalado colocado na faixa do ombro esquerdo, enquanto um fone de ouvido foi incorporado a um bolso. Assim, quando uma chamada é recebida, o iPod pára de tocar até que a transmissão seja terminada. Capacitores de reconhecimento de voz permitem chamar números sem fazer a discagem.

Controlar o iPod sem tirá-lo da mochila também é um privilégio de alguns modelos. Os comandos básicos do aparelho ficam na altura da barriga do usuário, em uma das faixas que prendem a mochila ao corpo. E, para os que têm medo de chuva, uma boa notícia. Os módulos do iPod e Bluetooth ficam armazenados em um local a prova d'água.

Os componentes mais comuns desses equipamentos são os múltiplos bolsos e compartimentos que lembram as mochilas e malas convencionais.


Normalmente têm 1 ano de garantia, cobrindo materiais e defeitos de fabricação. Podem ser adquiridas via internet e os preços variam de US$ 120,00 a US$ 1.500,00. Estas bags garantirão a você não ficar fora de sintonia da onda ecológica.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Tecnologia verde - Siemens apresenta conceito de celulares ecológicos


A tendência de se construir dispositivos com baixo impacto ambiental, de modo a reduzir a poluição está se confirmando. Recentemente, na Europa, a Siemens anunciou que irá adotar um código de conduta para o meio ambiente. A empresa vem desenvolvendo propostas de construção sustentável de eco dispositivos. Em curto prazo, poderemos ter disponíveis no mercado novos modelos de equipamentos desenvolvidos nesse novo conceito verde.

Nesse sentido inclui-se a nova família EcoVision de telefones móveis. Esses aparelhos são construídos em materiais recicláveis, orgânicos e eco plásticos. Dois modelos foram apresentados, o “Folha” e o “Solar”, completamente alimentados por energia solar.

Além da preocupação com os materiais e a forma de utilização de energia, o cuidado com o design não foi esquecido. O display invisível está inserido em uma lente translúcida, dando ao telefone um toque futurista. Os modelos foram desenvolvidos para consumir menos energia. Isso é apenas o começo.