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quinta-feira, 7 de maio de 2009

terça-feira, 24 de março de 2009

Massacre ambiental - Começa polêmica caça às focas no Canadá


A polêmica caça às focas na costa atlântica do Canadá começou nesta segunda-feira (23) pela manhã, com 20 embarcações zarpando rumo a uma população bastante grande localizada próximo às Ilhas de la Madeleine, no Golfo de Saint-Laurent. A carnificina ocorre no momento em que aumenta a oposição a essa prática anual, e a União Européia estuda proibir a comercialização de produtos derivados desses animais. Em abril, o Parlamento Europeu votará uma proposta para proibir produtos derivados da foca, o que os impediria de ser importados, exportados ou, inclusive, de ser transportados dentro dos países que integram o bloco. A medida deve ser aprovada depois pelos governos da UE antes de poder ser implementada. O massacre no Canadá deve continuar no início de abril nas águas a leste da província de Terranova e Labrador.

Este ano, o governo canadense, que estima que a população seja atualmente de mais de 5,5 milhões de cabeças, autorizou a caça de 338.200 animais, dos quais 280.000 focas da Groenlândia, 5.000 a mais do que no ano passado. Também permitirá a caça de 8.200 focas de casco e de 50.000 focas cinzentas, neste último caso, 38.000 a mais do que em 2008. Foram concedidas 16 autorizações a observadores, para que ativistas e jornalistas monitorem a caça. O Departamento de Pesca e Oceanos do Canadá (DFO), que regulamenta a caça, estima que nasça um milhão de focas a cada ano.

As focas da Groenlândia (Phoca gorenlandica), também conhecidas como focas harpa, são caçadas com fins comerciais nas costas de Groenlândia, Noruega, Estados Unidos, Namíbia, Grã-Bretanha, Finlândia e Suécia. Mas é no Canadá que se pratica a maior caçada de focas anual do mundo. Esses animais são caçados principalmente por sua pele, e também por sua carne e gordura, que é usada em produtos de beleza. As focas harpa, cujo lombo, quando adultas, se assemelha a esse instrumento musical, costumam dar à luz sobre o gelo flutuante, onde estão a salvo dos predadores de terra firme. Os filhotes podem flutuar, mas são maus nadadores e freqüentemente se afogam durante as tempestades. Estes filhotes, cuja caça é ilegal desde 1987, perdem sua pelagem branca aproximadamente 12 dias após nascerem, e têm entre três e oito semanas quando são mortos por causa da pele de pêlo curto, que pode ser vendida por até US$ 70 a unidade.

A prática sanguinária movimentou em 2008 seis milhões de dólares no Canadá. O preço médio por pele que os caçadores recebem é de aproximadamente 42 dólares. A caça de focas pode represe
ntar de 25 a 35% das receitas anuais totais dos 6.000 pescadores locais.

A Humane Society condenou o aumento da cota de caça permitida e acusou o governo canadense de uma "profunda falta de critério" ao estabelecer "uma cota absurdamente alta", denunciando ainda que na última vez que o Canadá permitiu que se matassem tantas focas, a população de focas da Groenlândia reduziu-se para dois terços em uma década. Segundo os técnicos da instituição, neste ritmo, no futuro próximo a população de focas harpa entrará em colapso, repetindo o que ocorreu com as populações de bacalhau setentrional administradas pelo DFO, que manteve muito altas as cotas dessa variedade, por razões políticas, e agora, dez anos depois de proibir sua pesca, as reservas de bacalhau continuam esgotadas. Destaca ainda que, equivocadamente, muitos pescadores culpam as focas harpa por isso.



Nos últimos anos atores e ativistas, incluindo o Dalai Lama, Brigitte Bardot, Paul McCartney ou Kim Basinger, entre outros, realizaram campa
nhas contra essa prática brutal. As imagens do ex-beatle e sua esposa posando com ternos filhotes de foca brancos percorreram o mundo.
A polêmica sobre a crueldade com os animais supera amplamente a da sustentabilidade da caça. A cada ano, centenas de ativistas e jornalistas europeus e norte-americanos chegam a esta região do Canadá para protestar, presenciar e documentar o sangrento espetáculo. A matança costuma chocar pessoas no mundo inteiro, especialmente devido às imagens do sangue dos animais se espalhando pelo branco do gelo e da neve. Milhares de focas jovens recebem disparos ou golpes mortais para terem, em seguida, a pele retirada. Às vezes ainda estão vivas quando são despeladas. A caça de focas é uma importante fonte de renda para várias comunidades isoladas do Canadá, em Quebec e no norte. A maioria dos caçadores de focas é de Newfoundland, província oriental onde a caça de focas e a pesca foram o principal meio de vida durante séculos. A maioria de seus habitantes (90%) apóia a caça. Estando com sua economia deprimida e proibidos de pescar várias espécies, a eles restam poucas opções para obter renda. Para eles, a caça supõe uma batalha que recompensa os que juntam mais peles.

A caça à foca no Canadá é o maior massacre
a animais marinhos do planeta
.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Crime - Operação autua 15 por cativeiro de aves silvestres



Fiscais do Instituto Estadual de Florestas (IEF/RJ) participaram de uma operação conjunta em Petrópolis que resultou na apreensão de 65 aves silvestres e na autuação de 15 pessoas por cativeiro de animais silvestres, além da destruição de três ranchos de caça. A ação que contou com 20 agentes do IEF/RJ e do Instituto Chico Mendes (ICMBio), começou na quinta-feira (17/07) e terminou no sábado (19/07), no Parque Nacional da Serra dos Órgãos e na Área de Proteção Ambiental de Petrópolis.

Os agentes fiscalizaram uma trilha entre as localidades do Bonfim e do Caxambu Pequeno, no entorno e dentro dos limites do parque, e também estiveram na localidade do Meio da Serra, na APA Petrópolis. Além da autuação dos infratores que mantém pássaros silvestres em cativeiro, os fiscais também notificaram donos de construções irregulares na área da antiga Fábrica de Tecidos Cometa, um imóvel tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

As 15 pessoas autuadas por manter aves silvestres em cativeiro serão multadas. Os valores variam de acordo com o grau de risco de extinção do animal apreendido.

As operações conjuntas vão continuar, dentro da estratégia elaborada pelos dirigentes das unidades de conservação do Mosaico da Mata Atlântica Central Fluminense. O mosaico abrange uma área com cerca de 233.710 hectares de 13 municípios, com um total de 22 unidades de conservação federais, estaduais e municipais. O objetivo dos mosaicos é o de estabelecer estratégias comuns de gestão ambiental das unidades de conservação situadas numa determinada região.

Apesar de ser muito difícil para órgãos falidos com o IEF-RJ, o IBAMA e mesmo o novo Chico Mendes (já nasceu falido), operações desse tipo devem continuar, porém se agissem de forma conjunta, maciça e constante na Feira de Caxias, o tráfico e comércio ilegal de animais silvestres diminuiria consideravelmente no Rio de Janeiro, o maior pólo de contrabando de animais do país, porta de saída para o exterior. É vergonhoso o que ocorre há décadas (mais de 50 anos) no Município de Duque de Caxias com a conivência das autoridades municipais e nas barbas dos órgãos de fiscalização ambiental. Deve ter muito coelho nessa cartola! Onde estão os verdes de Duque de Caxias? Onde está o Partido Verde de Duque de Caxias? Onde estão as autoridades muito preocupadas com meio ambiente de Duque de Caxias?

Abaixo os principais municípios fornecedores de animais silvestres para os contrabandistas do eixo Rio-São Paulo:


quinta-feira, 19 de junho de 2008

Denúncia - Matança de baleias na Dinamarca



Hoje, o vermelho se sobrepõe ao verde. Incrível o que acontece num dos países mais desenvolvidos do mundo. Anualmente, nas Ilhas Feroe, também conhecida como as ilhas das ovelhas, uma região autônoma da Dinamarca, é realizada uma festa em que rapazes participam ativamente para manifestar a sua passagem a idade adulta. Trata-se de um ritual mais do que primitivo, simplesmente inadmissível para um país que faz parte da União Européia e apresenta tal grau de desenvolvimento econômico e social. Esses rapazes
se reúnem para o ritual macabro de matança de centenas de baleias, que são encurraladas à beira d'água e exterminadas a golpes de facas e fisgas ou bicheiros, demonstrando enorme prazer. Nesse dia, as crianças são dispensadas das escolas para acompanhar o "divertimento". Sabe-se que na Noruega também acontece tal festival.



Os habitantes da ilhas não têm necessidade da carne de baleia, por isso, muito dessa carne é deixada para apodrecer nas praias e jogada fora. Essa carne está poluída com metais pesados e outra toxinas, não atendendo aos padrões de saúde da União Européia para consumo humano ou animal.

É um espetáculo dantesco. Os participantes abrem o pescoço dos animais de fora a fora e os deixam agonizando na beira da praia, recebendo os aplausos dos espectadores. É simplesmente inacreditável. Onde estão os defensores do meio ambiente? Principalmente aqueles que se acham muito importantes, magnânimos, desenvolvidos, e estão fazendo de tudo para defender a Amazônia, querendo tomá-la do Brasil? Que vergonha para a humanidade!!!