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terça-feira, 14 de abril de 2009

Política - Pedro Porfírio falou

Brizola como biombo para o nosso muro da vergonha

Essa punição aos favelados acontece de forma tão requintada que conta com o amém dos herdeiros necessários e legatários do brizolismo, bem como das marcas de passado esquerdista, como PT, PC do B e PSB.

"No jogo sujo das mesquinhas disputas pelos podres poderes nada é o que parece. A divulgação de uma notícia requentada, independente do pretexto, visa outros alvos, quase sempre camuflados.

Inserida com a sutileza própria das técnicas mais sofisticadas da ciência da hipocrisia, essa informação plantada não encontra óbices para corporificar-se, espargir-se e contaminar o inconsciente coletivo. Isto por conta do enraizado predomínio da mediocridade, lençol da caudal de corrupção, roubalheiras e desvios de conduta determinantes do comportamento de uma sociedade entre confusa e degenerada.

Se é verdade que todo o agrupamento humano patina num pântano pré-falimentar, é mais certo que aqui neste país de falsos mocinhos o desenlace já acomete o organismo social atacado por uma incurável septicemia moral.

O vale tudo se faz norma pétrea e embasa as obscenas gangues de emergentes deslumbrados. A crônica dos nossos dias é a da extinção do escrúpulo e da decência. De tal insuficiência moral é o som ambiente que a própria exceção tem vergonha de mostrar-se.

A última safra do espírito público evaporou-se antes de florir. Não há mais referência respeitável. Com o mínimo de sem cerimônia, qualquer um empalma o poder e, a partir dele, sem qualquer mérito ou talento, assume a batuta, manipula as sensibilidades e produz a cortina de fumaça para encobrir o móvel dos seus crimes.

Os conflitos são eivados de baixeza pela absoluta predominância de ambições pessoais movidas a indignidades. Como o instinto crítico cedeu ao domínio midiático não é difícil mercadejarem gatos por lebres.

Ao disparo das aleivosias contra alguém, não faltará um canastrão empavonado para encenar um gesto de suposta contestação dentro script preparado para o consumo dos desavisados. O falso espadachim pode ser um herdeiro, um descendente, um legatário: pode ser e geralmente é.

É provável que sua réplica ganhe o relevo de verossimilhança e convença meia dúzia de abestados. Estabelece-se então a farsa bufa com os ingredientes da mentira e do cinismo. Ao suposto oponente interessa essa pose, com a qual sacia iludidos e bajuladores.

Enquanto os brincalhões exploram os conflitos cosméticos de superfície, cingindo-se às aparências salientes, o autor da pantomima comemora e faz a festa.

Como na terra de cego quem tem um olho é rei e como, em meio ao entorpecimento em escala, os mais rápidos no gatilho perderam todo recato, para vale o escrito para todos os efeitos.

O silêncio das prebendas

Faço todo esse preâmbulo fatigante para acentuar o amálgama que liga as matérias requentadas e repisadas pelo jornal O GLOBO expondo o governo de Leonel Brizola à decisão da dupla Cabral/Eduardo Paes de levantar muralhas para ce rcar favelas da Zona Sul do Rio de Janeiro, sob pretextos preservativos, que oferecem a uma população amedrontada a falsa idéia de que algo estão fazendo para garantir-lhe a sensação de segurança e autoridade.


E se o submeti a tal prefácio tão presunçoso é porque me vejo no limiar da síncope intelectual. A farsa me parece tão visível e palpável que já não sei de que valem minhas palavras. A sensação é de um grande espetáculo em que as arquibancadas urram numa torcida sem causa e sem bandeira, indiferente à possibilidade do circo pegar fogo.

É mais patética ainda: até os bons, os de boa fé, enveredam pelos descaminhos da falsa controvérsia. E caem inocentes na mesma armadilha do conflito engendrado de escopo diversionista.

No caso das reportagens do GLOBO, reveladoras do arbitrário patrulhamento que os bolsões recalcitrantes da ditadura exerciam sobre um governador eleito, minha primeira leitura foi totalmente diferente. Elas reproduzem apócrifos papeluchos oriundos daqueles supostos pós-idos, mostrando que os fanáticos da intolerância jamais engoliram Brizola, preocupação que não está documentada em relação ao metalúrgico que hoje cumpre com festejado desempenho o papel de O CARA do sistema, como a emenda que saiu melhor do que o soneto.

É isso que os herdeiros necessários e os bastardos não admitem comentar, porque a esta altura dos acontecimentos estão todos comprometidos até a medula com a farsa, interessados tão somente na meia dúzia de sinecuras e nas carteirinhas que lhes garantem algumas raspas na farta e continuada pilhagem do erário.

Na engenharia social do governador, dado a viagens e alucinações de toda espécie, primeiro caíram os muros da decência e da dignidade. Todos os próceres desta província, ínfimas exceções à parte, curvaram-se à impostura que faz o velho caudilho remover-se a sete palmos.

Uma penca de prebendas imobilizou os sucedâneos dos sonhadores e fez deles sicários despudorados de uma legenda inconformista. Atingido pela deserção fisiológica, o velho idealista que se expôs na busca da justiça e da soberania nacional tornou-se jurássico. Hoje, está claro: mesmo os de sua cepa abominam tudo o que não ofereça vantagem à primeira vista, numa acintosa agressão ao finado.

Só para humilhar

Daí os empolados deste novo século não estão nem aí para o exercício das antigas lições. Sérgio Cabral vive nas nuvens, não vai ao trabalho, não governa, mas reina. Sob seu império, a contravenção e o suborno praticado por concessionários, de que acusam Brizola, nunca foram tão ostensivos.

Mau das pernas pela concorrência lotérica e recorrendo a derivativos da pesada, os bicheiros estão aí, à luz do dia, desmoralizando Deus e o mundo, sem serem incomodados pela mesma redação que viu conivência criminosa no tempo de Brizola.

Provavelmente a contravenção de hoje aumentou seu gibi, garantindo a omissão de todas autoridades pagas para reprimir a ilegalidade. Não há moral mínima em acusar governos pretéritos pelo que hoje se faz sem constrangimento de espécie alguma.

E mais: todo mundo sabe das propinas locais, distribuídas mensalmente em todos os poderes, mas ninguém dá um pio. Ou por medo, ou por falta de provas, ou por secretos desejos, ou por já estarem na partilha ou por acharem ser da natureza dos ofícios preferem o silêncio obsequioso.

Essas muralhas de alvenaria construídas em onze comunidades da Zona Sul são dinheiro jogado fora, a menos que haja rubrica no orçamento para a humilhação dos pobres. Pois é de todo sabido que atravessá-las por uma fenda é questão de algumas marretadas e alguns minutos.

O amém das esquerdas

Pegaram R$ 40 milhões para inibir expansões populacionais insignificantes, nos morros litorâneos, mais visíveis aos olhos da elite, e esqueceram a expansão real, comandada por milícias que desfrutam do estatuto da intocabilidade pelas públicas alianças que municiaram votos para os mocinhos do chamado choque da ordem.

Os números falam mais alto. A julgar pelo informe do Instituto Pereira Passos, órgão oficial da Prefeitura, os 11 mil metros de muralhas terão o condão de chover no molhado. Nas favelas criminalizadas, se há, a expansão é vertical. Já na Zona Oeste das milícias o avanço de 11,5% ao ano terá o beneplácito da vista grossa.


São muros erguidos para a platéia, a que saciam com a entronização da doutrina dos guetos murados como política de governo, com a chancela de um deputado petista na Secretaria de Habitação.

Vai daí que as reportagens que responsabilizam Brizola pelo crescimento das favelas no Rio e, por indução, no resto do país, servem para reforçar os desejos de uma classe dominante insone pelo sentimento de culpa. Essa punição aos favelados acontece de forma tão requintada que conta com o amém dos herdeiros necessários e legatários do brizolismo, bem como das marcas de passado esquerdista, como PT, PC do B e PSB.

De onde alvejam também outro coelho: os brizolistas e os esquerdistas que foram seduzidos pelas sinecuras dos podres poderes locais estão sendo pegos com as calças na mão pelo lastro que oferecem aos que hoje se dedicam à peremptória criminalização da ralé majoritária.

Talvez pela associação tão insustentável e inconveniente, vão acabar prestando serviço à história. Como sempre digo, um dia a casa cai. E todos os farsantes poderão ter o castigo da mesma vala, tenham sobrenome ou sejam apenas insolentes espertos de olhos maiores do que a barriga.

Pedro Porfírio.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Crime - Todos eles sempre souberam, mas nunca nada fizeram


Está mais do que provado. O povo não precisa de mais nada para tomar uma atitude. Quando falamos em corrupção aqui no blog, sempre associamos com os prejuízos por ela gerados na qualidade de vida da população. Nem sei mais quantos escândalos ocorreram esta semana no país envolvendo a classe política e seus protegidos. Esse das diretorias do Senado só vem a provar que todos são corruptos. Quando eu falo todos, são todos mesmo, dos mais baixos cargos aos mais altos. Todos sabem da corrupção generalizada que assola o país desde suas origens. Tem os corruptos que se fazem de cegos e se calam, os que agem cínica e escancaradamente, os que sabem quem rouba mas também roubam a partir do momento que se calam e continuam a ganhar altos salários e bonificações, enfim, todos os tipos de corruptos dilapidando os recursos do povo e se mantendo às custas de benesses a amigos, apadrinhados, correligionários, todos corruptos também por aceitarem tal situação.

Não é necessário auditoria de FGV ou qualquer outra coisa para definir o que tem de ser feito! História fiada, cinismo, descaramento, falta de vergonha na cara! Sempre as mesmas figuras se passando por pessoas muito sérias e confiáveis, pulando de galho em galho para garantir poder e benesses! Todas elas profundas conhecedoras das falcatruas que correm pelos corredores e gabinetes. Todas participando de tudo há muito tempo. Com ditadura, com democracia, com qualquer outro sistema de governo que venha a ser implantado nesse país. Estamos entregues a bandidos. Alíás, esses caras são mais que bandidos, pois usam a bandeira nacional para esconderem suas maracutaias. Se fosse um país sério teriam todos os seus bens bloqueados e seriam todos fuzilados em praça pública sem direito a julgamento, pois não merecem o tratamento normal que seria dado a um ser humano também normal.

A situação é tão vergonhosa que boa parte da população, muito pelas condições desumanas em que vivem proporcionadas secularmente por esses abutres, também se corrompe, se vende por meia dúzia de tijolos, cestas básicas, bolsa não sei o quê, principalmente em época de eleições. Boa parte do povo aceita a corrupção da forma mais natural possível e continua votando nessa corja. À parte da população que ainda consegue enxergar e entender todo esse processo e não aceita esse estado de coisas, eu pergunto: O que está faltando para expurgarmos esses canalhas e tentarmos definitivamente ter um país mais justo, social e ecologicamente equilibrado? Chega de passividade. A rua nos espera!!! Vamos às ruas!!!

segunda-feira, 9 de março de 2009

Política e Meio ambiente - A destruição do país continua a passos largos


Sem postar desde 19 de janeiro por motivo de saúde, finalmente estou de volta. Nesse tempo afastado, constato mais uma vez que eles continuaram e continuam a discutir, a procurar definir quem é ambientalista, quem é ruralista. Continuam discursando, lançando “projetos” que não saem do papel, preocupados em ocupar cada vez mais espaço nos meios de comunicação, na tentativa de garantir seus cargos e ludibriando o povo. Enquanto discutem e fazem politicagem, os recursos naturais do país vão sendo dilapidados. Enquanto articulam manobras no Congresso para ocuparem presidências, mesas diretoras e comissões, garantindo-os poder e benesses, a bandidagem toma conta do país. A roubalheira é generalizada. No Executivo Federal, no Judiciário, no Legislativo, nas Assembléias e Governos Estaduais, nas Câmaras e Prefeituras, nas polícias, os bandidos vêm dominando. Há muito tempo estamos sendo governados por bandidos. Basta ver o que se divulga pelos meios de comunicação diariamente. Na realidade, nenhuma novidade. A política, que deveria ser exercida e representada por pessoas preparadas, nos últimos tempos se transformou em abrigo para marginais e despreparados. Os poucos que restaram com instrução, capacidade de raciocinar, algum preparo e eloquência, na sua maioria atua para defender interesses próprios e muitas vezes escusos. Os realmente sérios podem ser contados nos dedos, sendo tão raros quanto o mico leão dourado. Quem não deu certo em outras áreas, opta pela vida pública. Aliás, está sendo cada vez mais difícil o sucesso em outras áreas. As escolas e faculdades não conseguem mais formar nossos jovens. Tornaram-se fábricas de ignorantes, alienados, despreparados que mal sabem ler e escrever (como é que vão saber votar? Fica difícil cobrar alguma coisa desse pessoal). Muitas parecem botecos e até verdadeiros shoppings. O estudante passa mais tempo fora da sala de aula bebendo, batendo papo, se drogando, do que aprendendo. Outras, ninguém acredita que se trata de uma escola (foto). Está difícil aprender alguma coisa nesse país. Enquanto a bandidagem, a corrupção, as falcatruas, a ganância se espalham como pragas pelos corredores dos poderes e do setor privado (não podemos nos esquecer dessa fatia da sociedade representada pelos poucos abastados, tradicionais exploradores da massa trabalhadora e destruidores das riquezas naturais do país. A elite conservadora fantasiada de progressista, desenvolvimentista, sempre mancomunada com os representantes mais perversos da classe política), a nação vai se exaurindo, nas barbas de um povo apático, enfraquecido, manipulado, muitas vezes parecendo complacente com tudo isso. Um povo que ainda garante a permanência de bandidos nos diversos níveis de governo do país. Nessa situação, vale aquele velho ditado: “Em terra de cego quem tem um olho é rei”. Continua tudo da mesma forma, como esses cínicos e debochados gostam. Continuam manobrando a imensa quantidade de ineptos, isolando e massacrando a minoria que ainda consegue pensar.

Vangloriam-se dos números, das estatísticas. Números que traduzem única e exclusivamente quantidade e não qualidade. Números beneficiados pela razoável (na realidade insustentável) conjuntura mundial recentemente abalada por uma “crise” construída por especuladores e pelo passado de administrações desastrosas (governos que atolaram o país na miséria). O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do país continua estacionado, medíocre. Não passa de um índice digno de compaixão. Não houve qualquer melhora significante nos últimos anos. A grande massa continua miserável, fazendo mágica para sobreviver. Continuamos na velha ladainha: ricos cada vez mais ricos e pobres cada vez mais pobres. Em todo o país verificamos o caos na saúde, as escolas em péssimas condições, o ensino de baixíssima qualidade, profissionais de diversas áreas sendo explorados com salários infames, mão de obra despreparada e escravizada, habitações e sistemas de transportes desumanos, falta de saneamento básico, violência crescente, empresários e banqueiros (sempre combinados com a classe política) ultimamente se aproveitando de uma falsa crise cada vez mais difícil de ser sustentada pela mídia reacionária a qual transparece querer desestabilizar um governo fraco e já desestabilizado (está ficando cada vez mais feio! Abram os olhos comentaristas, especialistas e jornalistas! Chega de enganação!). Descobriram um caminho fácil para tirar dinheiro dos governos (com a conivência dos governos – vê-se que é um fenômeno mundial, não se restringindo somente ao Brasil) e, consequentemente, explorar cada vez mais o povo (pois o dinheiro é do povo). Nunca antes na história desse país (acho que copiei alguém!), os banqueiros ganharam tanto dinheiro.

O governo, que se apresentava como uma esperança de mudança para uma nação que sofre de crise econômica e social permanente (Isso sim é crise. A crise de não ter dinheiro para comer, para educar os filhos, para ter o mínimo de saúde, etc.), fez o serviço direitinho, agradando os poderosos (como eles mesmos gostam de falar: “fez o dever de casa”. Os professores estão batendo palmas!). Hoje é apresentado como exemplo para o mundo. As nações ricas adulam o “grande estadista”. É um fenômeno mundial. O pagamento da dívida (principal e juros aviltantes) está garantido. Os credores internacionais, os verdadeiros exploradores dos povos subdesenvolvidos e destruidores dos recursos naturais, estão tendo os seus lucros garantidos em detrimento da fome, da miséria, da desigualdade que afligem essas populações! “Consumo” é a palavra do momento. O sistema insustentável tem de ser mantido a todo custo. Enquanto isso, bandidos de todos os tipos continuam soltos, bandidos que causaram a tal “crise”, bandidos que continuam discursando, que continuam sendo votados e exaltados pela grande massa país a fora. Roubo, roubo e mais roubo. O tal programa de aceleração é simplesmente vergonhoso, com muitas obras apresentando irregularidades. De acelerado não tem nada. O governo é tão ruim quanto aqueles que por aqui passaram. Difícil hoje encontrarmos um estado ou município sem irregularidades na administração pública. Escândalos são constantes.

Para aqueles que ainda enxergam e pensam, está servindo para mostrar e confirmar que todos são farinha do mesmo saco. De direita, de centro ou de esquerda, as práticas e os vícios são os mesmos, em todos os níveis da administração. Nada muda. O descaramento é generalizado e vergonhoso. Não existe mais respeito por nada. Valores importantes foram totalmente esquecidos pelos que governam e pela maioria dos que são governados. O país está entregue aos “espertalhões”.

O pior de tudo é que não conseguimos ver uma luz no fim do túnel. Não temos uma nova opção de mudança real. Nada. Todos os que se apresentam são os mesmos. Todos os que ocupam os cargos são os mesmos. Passam a vida se revezando, garantindo a todo o custo o poder e beneficiando os oligarcas da sociedade brasileira (os quais garantem as gigantescas verbas de campanhas – o velho ciclo vicioso). Infelizmente, passei mais de 40 dias na cama tentando recuperar a minha saúde e nada de bom ou novo aconteceu. Enquanto não pararem de roubar e enganar, a nação vai sendo destruída. Adeus florestas, rios, mares, fauna, flora, minerais. Adeus brasileiros. Adeus espécie humana. Só nos resta uma saída: suplicarmos para que PAREM DE ROUBAR!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Política – Veja quem é quem na farra dos vereadores


A vergonha nacional
Saiu em todos os jornais do país, mas não custa nada divulgarmos aqui também a listagem de votos dos senadores que votaram pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que recria 7.343 cargos de vereadores, mostrando a total falta de sensibilidade, de compromisso com a nação e de respeito ao dinheiro público e ao povo brasileiro. Lembre-se que essas pessoas são pagas pela população. Mostraram mais uma vez o quanto são abusados, cínicos e canalhas. Até quando continuarão com isso, eu não sei.

No primeiro turno o placar registrou 54 votos a favor, cinco contrários e uma abstenção. No segundo turno, o número de votos a favor subiu para 58. Votaram contra no primeiro turno: Álvaro Dias (PSDB-PR), João Pedro (PT-AM), Kátia Abreu (DEM-TO), Raimundo Colombo (DEM-SC) e Tião Viana (PT-AC). No segundo turno Álvaro Dias não votou e Cristovam Buarque (PDT-DF) completou os cinco votos contrários.

Votaram a favor:

Ada Mello (PTB-AL)
Adelmir Santana (DEM-DF)
Aloizio Mercadante (PT-SP)
Antônio Carlos Junior (DEM-BA)
Antônio Carlos Valadares (PSB-SE)
Arthur Virgílio (PSDB-AM)
Augusto Botelho (PR-RR)
César Borges (PR-BA)
Cícero Lucena (PSDB-PB)
Delcídio Amaral (PT-MS)
Demóstenes Torres (DEM-GO)
Eduardo Azeredo (PSDB-MG)
Eduardo Suplicy(PT-SP)
Expedito Júnior (PR-RO)
Fátima Cleide (PT-RO)
Flávia Arns (PT-PR)
Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Francisco Dornelles (PP-RJ)
Gerson Camata (PMDB-ES)
Gilberto Goellner (DEM-MT)
Gilvam Borges (PMDB-AP)
Gim Argello (PTB-DF)
Heráclito Fortes (DEM-PI)
Ideli Salvatti (PT-SC)
Inácio Arruda (PCdoB-CE)
Jayme Campos (DEM-MT)
Jefferson Praia (PDT-AM)
João Vicente Claudino (PTB-PI)
João Ribeiro (PR-TO)
José Agripino (DEM-RN)
José Nery (PSOL-PA)
Lúcia Vânia (PSDB-GO)
Leomar Quintanilha (PMDB-TO)
Magno Malta (PR-ES)
Mão Santa (PMDB-PI)
Marcelo Crivella (PRB-RJ)
Marco Maciel (DEM-PE)
Marconi Perillo (PSDB-GO)
Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR)
Neuto do Conto (PMDB-SC)
Osmar Dias (PDT-PR)
Papaléo Paes (PSDB-AP)
Patrícia Saboya (PDT-CE)
Paulo Duque (PMDB-RJ)
Paulo Paim (PT-RS)
Pedro Simon (PMDB-RS)
Renato Casagrande (PSB-ES)
Renan Calheiros (PMDB-AL)
Romero Jucá (PMDB-RR)
Rosalba Ciarlini (DEM-RN)
Roseana Sarney (PMDB-MA)
Sérgio Zambiasi (PTB-RS)
Serys Slhessarenko (PT-MS)
Tasso Jereissati (PSDB-CE)
Valdir Raupp (PMDB-RO)
Valter Pereira (PMDB-MS)
Virgílio de Carvalho (PSC-SE)
Wellington Salgado (PMDB-MG)

Nas próximas eleições, pense bem se vale a pena você votar. Certamente, uma boa lição que poderíamos dar a esses pilantras, era não sair de casa. Seria um manifesto silencioso, mantendo as ruas e as seções de votação vazias. Não seria preciso qualquer ato de violência. Não seria preciso jogar pedras, pegar em armas, incendiar veículos, quebrar vidraças e vitrines, ferir pessoas, nada. O silêncio das ruas e das urnas vazias, seria um bom castigo para esses crápulas. No dia da votação ficaríamos todos em casa com nossos familiares, vendo televisão, fazendo um churrasquinho, descansando, enfim, não poríamos os pés nas ruas. O meu voto vale muito para ser desperdiçado com bandidos.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Política - Política ambiental do governo é criticada pelo PT


A política ambiental do governo foi criticada pela Secretaria Nacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento do PT. Medidas tomadas pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, filiado ao partido, e que nesta quinta completa 100 dias no cargo também foram contestadas. O PT condena ações recentes de Minc, como a concessão da licença ambiental prévia para a Usina Nuclear Angra 3 e a abertura de possibilidade de recuperação de áreas de floresta degradadas com espécies exóticas e não com plantas nativas. Também critica a Lei 11.763, assinada em agosto pelo presidente Lula, que aumentou de 500 para 1.500 hectares o limite para regularização fundiária na Amazônia sem licitação.

Segundo o partido, há uma série de questões que não devem ser passíveis de revisão ou de negociação, como a redução da reserva legal na Amazônia de 80% para 50%. Entre as reivindicações do PT, está a transferência da coordenação do Plano Amazônia Sustentável (PAS) - atualmente sob o comando do ministro de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger - para a Casa Civil ou a Secretaria Geral da Presidência da República e a construção do Plano de Aceleração da Sustentabilidade, o PAC da Sustentabilidade, para se contrapor aos danos ao meio ambiente que uma economia em crescimento traz.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Política - Rio tem 653 gestores já condenados


O Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Rio de Janeiro entregou nesta quarta-feira ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) uma lista com 653 nomes de gestores públicos com ficha suja. Entre eles estão 81 prefeitos e ex-prefeitos fluminenses e 97 presidentes e ex-presidentes de câmaras municipais no estado. Em cumprimento da Lei Federal 9.504, a lista de inelegibilidade considerou os políticos condenados em processos administrativos já transitados em julgado no órgão.

Com base nela, juízes responsáveis pelo registro eleitoral poderão negar a inscrição de candidatos cujos nomes estiverem na relação.

Na semana passada, O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Walton Alencar Rodrigues, entregou ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Carlos Ayres Britto, a lista (guardem esses nomes) de gestores públicos com contas julgadas irregulares para fins de inelegibilidade, com cerca de 3.100 nomes.

Além de prefeitos e presidentes de câmaras municipais, constam nomes de tesoureiros, ordenadores de despesas públicas, diretores de escolas e hospitais, fiscais de obras, secretários estaduais e municipais e até sócios de empreiteiras.

A lista não inclui os gestores da capital, cuja fiscalização é feita pelo Tribunal de Contas do Município.

Como diz Copélia: "Prefiro não comentar".